Forço a caneta contra a imaginação. Não supunha a dificuldade de ser visitável, ser lido por qualquer um, muitos sem piedade de uma alma que não acostumou-se a ser diferente.
Mesmo sabendo que nada do que escreva vai mudar o interesse de qualquer ser, ficar exposto é grave. Temo nunca conseguir ser real comigo, pelo simples fato de não ser comigo.
Não escreverei, e não serei "psicanalista de mim-mesmo" (vê mundo?! Acabo de inaugurar uma expressão). Escreverei das coisas que me afligem para lá de minha pele. E o que morar do lado de cá da minha existência ficará onde deve ficar. Aqui. Ou entre-linhas.
Começa o maior blog da terra, escrito por mim para ninguém. Já sinto um conforto enorme!
Eu fico extremamente feliz (e convencida) que tu resolveste fazer um blog depois do meu comentário... Gosto muito do jeito que tu escreve achei único, sensível profundo simples... E o mais lindo muito sincero e eu (me achando novamente) me identifico com tua reflexão e não me sinto tão só ; }
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